Caraminholas
   GPS

A rota está traçada. Pego a Anhanguera e vou parar somente em Ribeirão Preto, onde de 28 a 30 de janeiro acontece a Teia Regional dos Pontos de Cultura. Estarei lá, representando dois Pontos de Cultura e também como membro da Comissão Paulista dos Pontos de Cultura, já que paralelo à Mostra Artística estará ocorrendo uma importante reunião da comissão. No link logo abaixo, para quem for curioso(a), consta a programação completa. Mas como nem só de trabalho vive um cabra, e bares também são sinônimos inseparáveis de cultura&arte, quem quiser me encontrar naquelas horas mais deliciosas do dia, não por acaso já à noite, pode dar uma passadinha no Pinguim. Possuo um velho cartão-ponto ficticiamente guardado por lá. Nele, não se bate as horas em que se entra ou se sai. Marca-se a quantidade do líquido que se consome. Bora pra Ribeirão Preto, então...


https://mail.google.com/mail/?ui=2&ik=cf8992a8dd&view=att&th=12da25a9c881612b&attid=0.1&disp=inline&realattid=f_gj5cjbkv0&zw



Escrito por Marcos Pardim às 08h59
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   WANTED

Não ajoalhe-se em oração, não posta as mãos em prece, não reza, em suma, a característica invisível possível, Nem pequenas ou grandes decisões, não maldiz nem lamenta, não bendiz nem exulta, não pede ou decide nada, Nem saúde, esperança ou amor, Diz: já me deste a vida e um mundo onde vivê-la, basta

Movimenta-se ora banhado em serena e terna luz, ora tomado de uma santa e furiosa ira, Não Te perdoas nem desejas de Ti o perdão

Não há recompensa

Quem souber do paradeiro, apenas será abençoado pela boa e caridosa ação, quem sabe assim um anjo caído e perdido haverá de dar cabo de sua tarefa trovejada, sob penas se não cumprí-la



Escrito por Marcos Pardim às 17h15
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   ADEUS ANO VELHO, FELIZ ANO NOVO

 

Sai ano, entra ano, há canções (algumas delas, poucas, estão linkadas abaixo) que teimam em fazer cócegas em minha memória e em meus ouvidos. Feliz 2011!!!



http://www.youtube.com/watch?v=VlGLuRlhW3c

 

 

http://www.youtube.com/watch?v=Md7iv0Rg1LU

 

 

http://www.youtube.com/watch?v=2PU68OCAZrY&feature=related

 

 

http://www.youtube.com/watch?v=cxya8eBRDUA&feature=related

 

 

http://www.youtube.com/watch?v=wiWN4KIT4So

 

 

http://www.youtube.com/watch?v=pv2VBaoyE3U

 

 

http://www.youtube.com/watch?v=hf2cnIDyKL8&feature=related

 

 

http://www.youtube.com/watch?v=tW0oVxWYOA8



http://www.youtube.com/watch?v=Cl1r7WFxHZY

 

 

 



Escrito por Marcos Pardim às 23h00
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   UMA LÁGRIMA POR ALGUMAS MÃES

Um mil e setecentas quintas-feiras completadas ontem. Seguidas e ininterruptas. A primeira delas, em 30 de abril de 1977. A última? Resposta, mais do que improvável, impossível. As cinzas de várias delas estão espalhadas pela praça. E assim haverá de ser com cada uma delas. Até não viver mais nenhuma. E quem são elas? As mães da Plaza de Mayo. São mulheres que, a cada quinta-feira, pontualmente às 15h30, protestam com seus lenços brancos na cabeça, faixas e gritos de "com vida os levaram, com vida os amamos". Isso na Argentina. Enquanto isso, em um país vizinho...



Escrito por Marcos Pardim às 10h41
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   SOBRE OPERÁRIOS E MULHERES

A primeira vez que votei em uma eleição para presidente foi em 1989. No final do post, avis rara leitor(a), intento conseguir justificar ter escolhido iniciar este texto com esta afirmação.

Pois bem, à ocasião, ao anúncio do resultado, também em segundo turno, solitária e silenciosamente chorei - de tristeza. Os fatos históricos explicariam as minhas lágrimas.

Ontem, ao anúncio do resultado, silenciosa e solitariamente voltei a chorar. Mais do que de alegria, de alívio e de esperança. Que os fatos históricos expliquem estas minhas lágrimas - espero, anseio e torço.

Sairá um operário, que entregará a faixa presidencial à uma mulher. No Brasil? Se alguém me dissesse isto em 1989, inimaginaria. Agora, isto é um fato, repleto de um simbolismo que me emociona pelo tanto que revela, muito mais pela maturidade tantas vezes menosprezada da sociedade brasileira do que pelo resultado real das equações propostas pelas instituições responsáveis pela salvaguarda dos três poderes do Estado.

Ao me dirigir, logo após o almoço, ao colégio onde costumeiramente exercito meu voto, o fiz em companhia de minha filha Luiza. Ela tem 17 anos e pela primeira vez, já que no primeiro turno fez valer o seu direito opcional de não votar, votava. Nossas seções eram diferentes. Ao terminar de votar, encontrei Luiza à minha espera, e já tendo ela votado.


Sorri e disse à ela: e aí, gostou de exercitar o seu dever cívico do voto?

Ela retribuiu o sorriso e me respondeu: direito, pai. Prefiro pensar mais como um direito do que como um dever.

Talvez na resposta de minha jovem filha resida muito da explicação do por quê uma mulher tenha sido eleita presidente deste país, tão adorável quanto improvável.




Escrito por Marcos Pardim às 20h55
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   PEQUENA AMOSTRAGEM DE UM ESTADO DE ESPÍRITO

Amanhã é 3 de outubro. Dia de eleições. Ao amanhecer, me dirigirei à escola onde voto desde a primeira vez que votei, na mesma seção. Teclarei alguns números, que muito embora me garantam a premissa de mantê-los secretos, não me furto em declará-los: votarei em Dilma Rousseff para presidente; Aloizio Mercadante para governador; Marta Suplicy e Netinho para Senadores; Célio Turino para Deputado Federal; e Gabriel Bitencourt para Deputado Estadual. Todos são do PT ou do PCdoB, partidos coligados e que, por conta disso, justificam as minhas escolhas.

Voto em uma proposta de governo. Isso implica dizer que, em alguns casos, até teria preferência por um ou outro nome. Mas não acredito no voto individual, pessoal. Política (melhor dizendo: políticas públicas) não se faz com "heróis", muito embora existam vários deles espalhados por aí, Quixotes da existência - tão imprescindíveis quanto inúteis, no caso de suas ações necessariamente precisarem da Política como meio para se alcançar os determinados fins.

As campanhas, por ora, darão um tempo. Um alívio para nós. Em meus 47 anos de idade não me recordo de uma campanha tão sórdida, rasteira, suja e lamentável. Algumas pessoas, ainda que não sejam eleitas, certamente sairão das urnas éticamente mais robustas. Outras, ainda que vitoriosas, levarão para seus respectivos poderes a podridão do que foi, é e, invariavelmente, será o seu modus operandi indecoroso - por não saberem ver o mundo de outra forma que não seja através do reflexo horrível do jogo de interesses, da covardia, da mão pesadíssima do capital enquanto comprador de consciências e modulador de atitudes.

Não creio em "políticos". Creio em mim. Em você. Em cada um de nós. Creio na força da sociedade civil. Esse conceito difuso mas determinante de uma gente que segue acreditando na Utopia nossa de cada dia, amém. A Utopia de que viver é lindo, não obstante a rudeza da vida. Somos uma gente suficiente. Suficientemente capaz de ser protagonista de sua própria história, seja ela escrita em virtudes ou em mazelas. Não precisamos de "intermediários" para a nossa felicidade ou desgraça. Somos, repito, suficientes. Capazes.

Quem, noves fora o voto, esse instrumento valioso de cidadania, faz a beleza ou a feiúra de um país somos nós. Por isso, repudio quem despreza, ironiza ou desqualifica a nossa suficiente capacidade de sermos o que quisermos ou conseguirmos ser. Não por outro e imperativo motivo, votarei em quem declarei lá na cumeeira desse texto.

Independente dos resultados, individualmente ganhando ou perdendo as eleições, depois de amanhã, ao amanhecer, algumas convicções farão parte de meu dia a dia no exercício laborioso de civilidade. Alguns partidos e políticos se tornarão, sob minha ótica, exemplos bem acabados do que mais abominável a nossa frágil condição humana é capaz de produzir.

Outra tristeza, ferida dolorida e de difícil cicatrização, é o papel de boa parte da mídia. Adoro jornalismo. Adoro jornais e revistas. Alguns jornalistas: Marcos Faermam, Mauro Santayana, Luiz Macklouf Carvalho e tantos outros ajudaram a moldar a "carcaça" intelectual desse blogueiro mal ajambrado. Mas nessas eleições, a imprescindível liberdade de imprensa serviu de "máscara" para inconfessáveis desejos corporativistas. Ainda assim, muito melhor do que no tempo obscuro da censura das ideias. Que a democracia sirva também para uma reflexão séria da imprensa. Que ela siga livre. Porém, responsável. Com nossos candidatos eleitos ou não, ganharemos todos se assim a imprensa agir. Ela nos é importante demais para que nos trate assim, tão desleixadamente irresponsável.

Bom domingo a todos nós. Votemos em paz e em alegria. E sejamos tolerantes e sensatos com os resultados, sejam eles quais forem

 



Escrito por Marcos Pardim às 20h32
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   APENAS ALGUMAS PALAVRAS DE DESABAFO

Sou paulista. Isso me leva a testemunhar que aqui em meu estado, educação, cultura e cidadania estão em frangalhos. É de termos pena de nós mesmos. Calamidade e indecência são dois possíveis adjetivos, receio que ainda brandos, para descrever a real situação de meu querido estado, onde nasci e vivo. Um desabafo: é quase insuportável conviver com a realidade educacional, cultural e cidadã imposta a nós pelos sucessivos governos que a quase 30 anos (alguns preferem dizer 16, numa espécie de amnésia seletiva que ignora a quem pertenciam aqueles que nos governaram já nos primórdios dos anos 1980). Você que, por acaso, possa estar me lendo agora, e que é de outro estado, talvez nem consiga imaginar o grau de descalabro a que foi relegado em São Paulo (estado) esse tripé fundamental para a possibilidade civilizatória nossa de cada dia, amém. Nem nós, paulistas, intuo termos condições efetivas de avaliação do tamanho do estrago. A mídia daqui não repercute, não ecoa. Os motivos disso, que cada um chegue às suas próprias conclusões. Mas o fato é que, sob minha ótica de cidadão (e não de partidário político, coisa que, a bem da verdade, não sou, muito embora, por vezes, imagino devesse ser) já passou da hora de meu estado natal repensar o seu papel no desenho geopolítico federativo. Chega de "comermos mortadela e arrotarmos peru", de nos considerarmos melhores do que os outros, de que somos a "elite pensante" da nação e que daqui saem as melhores cabeças. Passou da hora de assumirmos nossas mazelas sociais e deixarmos de escondê-las. A tão decantada "qualidade de vida paulista" é, sob vários aspectos, um engodo e uma ilusão. São Paulo padece seriamente de um complexo de superioridade, descaradamente refletido no comportamento da mídia, que muito nos impede de aceitar que educacionalmente e culturalmente (a menos que consideremos shows e eventos artísticos o supra-sumo da cultura) estamos a anos-luz do que possa ser minimamente entendido como aceitável. Decerto, há quem ganhe com esse estado de coisas. Há quem se orgulhe disso. Eu, não. Paulistanamente, me envergonho.



Escrito por Marcos Pardim às 09h29
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   FÁBULA

não lhe é dado saber se terá o rosto beijado. mas tem a certeza de que quer ter o rosto beijado. oferecerá a face. esperançado de que lábios repousem. de que a  língua roce, acaricie. como quem, ao beijar-lhe a face, beijasse a cicatriz, lambendo-a. como quem soubesse, ao beijar-lhe, lambendo-lhe a cicatriz, enxergar e retransmitir fragmentos de uma história inventada, vivida sem nem ao menos ter sido possível sabê-la. e o beijo no rosto, direto na cicatriz que verdadeiramente não possui, resultasse, sob uma trilha sonora arrancada de um conjunto de violoncelos, em uma fábula real.



Escrito por Marcos Pardim às 19h23
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   E-MAILS E POLÍTICA

 

Diariamente, somos bombardeados por mensagens que enchem os nossos endereços eletrônicos. Em tempos de eleições majoritárias, esmagadoramente elas trazem alguma ilação com uma certa candidatura. No mais das vezes, deleto - como faço com power points e correntes. Hoje, recebi uma dessas mensagens vindas de uma pessoa de meu círculo de amizades. Abri-a. Era um artigo longo, assinado por uma tal professora universitária, currriculo de doutora em linguística, dissimuladamente fazendo campanha para um candidato e grosserias e ataques à uma candidata, nem precisamos "queimar pestanas" para saber qual. Acusava petistas e comunistas de uma série de pecados históricos. 

A internet é mesmo um belíssimo exemplo de democracia, sobretudo no que concerne ao direito de acesso à informação. Nada do que, individualmente, fizermos (sob minha míope e astigmática visão) de achincalhe ou de covardia, será capaz de me fazer descrer na Democracia (e agora a escrevo em maiúscula).

Feito esse preâmbulo, lamentei profundamente o conteúdo do artigo. Não sou petista. Não sou comunista. Mas sou obrigado a admitir que admiro muito a capacidade de resistência de quem foi ou é, tanto uma coisa como outra. Sobreviver a um massacre midiático tão intenso e a campanhas difamatórias tão rasas e tão cheias de ódio, preconceito e recheadas de um ranço de poder tão atávico, não é mesmo uma tarefa das mais fáceis.

Esse artigo que recebi, por exemplo, que eu li todinho, de cabo a rabo, é um exemplo do que lamentei acima.

O fato de ter sido corretamente escrito, do ponto de vista linguístico, não tira dele o quanto de baixeza e mixórdia intelectual ele engendra. E a julgar pela quantidade deles espalhados pela internet, que sequer me dou ao trabalho de abrí-los quando os recebo, dá para imaginar o quanto a elas (baixeza e mixórdia) estamos sujeitos.

Respeito, e sempre procurarei respeitar, quem diverge politicamente. Mas respeito, e sempre procurarei respeitar, mais ainda quem diverge honestamente, sem desrespeitos à inteligência (ou à falta dela, como pode ser o meu caso) alheia.

Em tempo: é apenas um palpite particular, sem nenhum embasamento mais científico, mas intuo que a mulher achincalhada nesse artigo ( e em tantos outros) será a próxima presidente do Brasil, talvez sem nem ao menos precisar de segundo turno. Por falar nisso, eu voto em Dilma para presidente, Mercadante para governador e Célio Turino para deputado federal. E você, vota em quem? Me diga aí.



Escrito por Marcos Pardim às 09h36
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   POESIA SILENCIADA

Um minuto de silêncio. Morreu um poeta. Um grande poeta: Roberto Piva.

Que me perdoe a prosa, que sei muito importante, mas poesia é fundamental.



Escrito por Marcos Pardim às 10h56
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   SINGELAMENTE, JOSÉ SARAMAGO

Ah, a morte e suas intermitências. Viva a língua portuguesa. Capaz, sim, de grandezas.



Escrito por Marcos Pardim às 19h24
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   POEMA EM DÓ MENOR

Ave, solitude

Espécie em mim de colcha

De retalhos

Costurada de motivos

Nem sempre coloridos de significados.

 

Ave, solidão

Espécie em mim de nostálgica

E misericordiosa esperança.

 



Escrito por Marcos Pardim às 11h32
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   A CULTURA MERECE A SUA ASSINATURA

Nós, cidadãos brasileiros, reconhecendo que a cultura de um povo é capaz de determinar o seu destino, convocamos a todos que se preocupam com a cultura brasileira a apoiar este manifesto. Sabemos que sua produção artística, a diversidade de sua expressão simbólica, suas relações sociais e seu imaginário são capazes de fecundar utopias e ampliar as possibilidades de atuação política deste povo. Tudo isso amplia sua capacidade de intervir e transformar sua realidade social, contribuindo para a construção de um país mais justo, mais humano e mais feliz.

Nossa cultura, gestada e enraizada nas entranhas do Brasil, é pulsante, criativa e forte. Queremos garantir esta Cultura Viva! Queremos continuar a “desesconder” o Brasil, reconhecendo e reverenciando a cultura de um povo capaz de assumir sua história e construir no presente, o futuro desejado. Queremos garantir a expressão da pluralidade brasileira, esta revolução silenciosa que fazemos, trazendo os atores de baixo para cima, na construção de uma memória presente, através das novas possibilidades de difusão e acesso à cultura.

É preciso reconhecer nossa latente criatividade e afirmar que nós, atores sociais, produzimos cultura e, portanto, fazemos a nossa história. Nesse sentido, os Pontos de Cultura cumprem um importante papel no confronto aos padrões produtivos hegemônicos, intervindo na democratização dos meios de produção e acesso à cultura, valorizando as demandas produtivas de parcelas da população que anteriormente foram alijadas do acesso ao recurso público, não sendo reconhecidas em seus direitos e possibilidades históricas. Incentiva a preservação e promove a diversidade cultural brasileira, contemplando manifestações culturais de todo o país, reconhecendo a cultura em toda a sua complexidade, desde as que ocorrem nas grandes cidades, em favelas e periferias, às que se encontram em pequenos municípios, ou em aldeias indígenas, assentamentos rurais, comunidades quilombolas e universidades. Sempre preservando a autonomia, visando o exercício máximo da potência de cada sujeito envolvido e reconhecendo os Pontos como protagonistas da sua realidade.

Por isso, estamos propondo a criação de uma Lei que garanta os princípios desta Cultura Viva e a torne uma política de Estado. Queremos a Lei Cultura Viva!

Acreditamos que os Pontos de Cultura, ao incorporarem novos atores – que reconhecidamente despertam para um novo formato de execução e disseminação de sua produção cultural – criam possibilidades históricas que aproximam esses atores sociais da dinâmica do Estado. Isso porque são eles que iniciam todas as cadeias produtivas da cultura – onde o acesso às tecnologias produtivas, é condição essencial para a participação no processo de formulação de políticas públicas plurais e afirmativas. A lei Cultura Viva visa garantir uma produção cultural criativa, que se realize de baixo para cima, potencializando desejos e criando situações de encantamento social, por meio dos Pontos de Cultura.

Defendemos a inclusão da cultura no capítulo dos direitos sociais da constituição brasileira, a implantação do sistema nacional de cultura, a ampliação e democratização do financiamento público para a atividade cultural.

Reforçamos a campanha pela Lei Cultura Viva, garantindo de maneira democrática e participativa que o reconhecimento e o apoio aos Pontos de Cultura se transformem em uma política de Estado!

Cultura como direito de cidadania e dever do Estado!

Cidadania Cultural como direito de todos!

Vamos todos juntos, unidos, abraçar esta causa!

 

*** para assinar o manifesto, clique em www.culturaviva.org.br

*** para saber mais sobre o Programa Cultura Viva, clique em www.cultura.gov.br e siga o link em Projetos Especiais.

 



Escrito por Marcos Pardim às 15h37
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   DIA DE SÃO BENEDITO

porque hoje é maio, porque hoje é quinta-feira, porque hoje é dia 13, faço aniversário, solicitando à bênção a são benedito, padroeiro de plantão desta longa data, ao exemplo das bíblicas longas noites, que parece ter se iniciado em 1888 e sabe-se lá quando irá acabar, se acabar irá um dia, porque hoje é maio, porque hoje é quinta-feira, porque hoje é dia 13, canto duas vezes uma mesma canção, assopro velinha e língua de sogra, estouro bexiga e me dou conta de que já estou por aqui há 47 anos.



Escrito por Marcos Pardim às 11h52
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   EM SÍNTESE (continuação)

e ai do espanto causado por este assombro que nos habita se não houvesse a poesia a nos dar (ainda que) frágeis condições de: viver



Escrito por Marcos Pardim às 10h00
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BRASIL, Sudeste, SALTO, Homem, de 46 a 55 anos, Arte e cultura, Esportes, sobretudo gente

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